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Live com Tomiko Born abre segunda fase da campanha #EuSouSUS

Evento do Vidas Idosas Importam será nesta quarta, 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, com o tema “Comunicação é a Chave da Ciência”

Tomiko, de 89 anos, é assistente social e referência em gerontologia

Uma das maiores referências na área do envelhecimento no Brasil, a assistente social Tomiko Born é a convidada para a live que dá início à segunda fase da campanha nacional #EuSouSUS, do Movimento Vidas Idosas Importam (MVII). O encontro virtual será a partir das 19 horas, nesta quarta-feira, dia 7 de abril, Dia Mundial da Saúde. Não é preciso inscrição, acompanhe pelo canal do movimento no YouTube ou na página do Facebook. Será oferecido certificado de participação aos que desejarem.

Tomiko, de 89 anos, vai abordar o tema “Comunicação é a Chave da Ciência” para alertar que a falta de informação e a confusão de orientações leva a erros gravíssimos no combate à pandemia do coronavírus. O uso de máscaras e o isolamento social, por exemplo, têm sido ignorados por parte da população brasileira e o tão polêmico tratamento precoce da Covid-19 ainda atrai muita gente, ávida por uma saída rápida desta situação em que estamos hoje.

O tema será abordado por Tomiko de forma científica e com bases na realidade dos riscos de contaminação viral. A roda de conversa terá a participação de Sandra Regina Gomes, coordenadora nacional do Movimento Vidas Idosas Importam; Sandra Rabello, coordenadora nacional adjunta, e Crismédio Costa, articulador de Direitos e Relações Institucionais.

Tomiko Born

Tomiko Born (foto) nasceu em São Paulo e atualmente mora em Caldas (MG). É formada em Serviço Social e fez pós-graduação na New York School of Social Work (hoje denominada Columbia University School of Social Work). Foi professora no curso de Gerontologia Social do Instituto Sedes Sapientiae, primeiro curso de Gerontologia do Brasil. Participou ativamente na Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia – Seção São Paulo (SBGG-SP), onde organizou um colóquio de profissionais que trabalhavam ou haviam trabalhado em instituições de longa permanência para idosos (ILPI), dando início à Comissão de Assessoria à Instituições.

O termo Instituição de Longa Permanência para Idosos foi proposto por ela no Fórum Nacional de Instituições, da SBGG, do qual foi a primeira coordenadora. Sua indicação foi referendada pela entidade, passando a ser a denominação dos antigos asilos.

(Fonte e Imagens: Assessoria de Comunicação do Movimento Vidas Idosas Importam)

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