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Velhice: nem sintoma, nem doença! em debate

Como reforço da campanha “Velhice não é doença”, evento da Defensoria de São Paulo será no dia 1 de dezembro, das 9 às 12 horas

Velhice nem sintoma, nem doença - Defensoria Pública de São Paulo

Como reforço da campanha “Velhice não é doença”, acontece no dia 1 de dezembro, das 9 às 12 horas, o evento “Velhice: nem sintoma, nem doença!”. A iniciativa é da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, Escola da Defensoria Pública do Estado de São Paulo (EDEPE), Núcleo Especializado dos Direitos da Pessoa Idosa e da Pessoa com Deficiência (NEDIPED), em parceria com o Grupo de Estágio em Gerontologia da EACH-USP.

Velhice nem sintoma, nem doença - Defensoria Pública de São Paulo

Com transmissão pelo canal do YouTube Defensoria SP, o evento terá palestras e abrirá espaço para perguntas. Na abertura estarão Renata Flores Tibyriça, defensora pública e coordenadora do NEDIPED; Rodrigo Gruppi, também defensor público e coordenador auxiliar do Núcleo, e Bibiana Graeff, professora doutora da EACH/USP. Também será lançada a campanha: “Velhice: nem sintoma, nem doença!”.

A primeira palestra do evento terá como tema “Velhice, definição e caracterização”, com o professor Alexandre Silva, doutor em Saúde Pública, professor adjunto do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Medicina de Jundiaí e colunista do UOL sobre longevidade.

Outro tema será o “Aumento da idade que define idoso no Brasil –  análise crítica do Projeto de Lei 5383/19”. O texto de autoria do deputado João Campos (Republicanos/GO) propõe a mudança de 60 anos, como estabelece hoje o Estatuto do Idoso, para 65 anos. A palestrante será Delia Catullo Goldfarb, doutora em Psicologia e fundadora da Ger-Ações.  

Velhice não é doença

Também em destaque os “Efeitos previdenciários da classificação de velhice como sintoma/doença na CID-11”. A 11ª revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-11), definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), deve entrar em vigor em janeiro de 2022 e ainda há o risco de trazer velhice como sintoma/doença. O palestrante será o professor da Faculdade de Direito da USP, Marcus Orione.  

A última palestra será sobre “A luta pela não inserção de velhice como sintoma/doença na CID-1”com Yeda Duarte, uma das integrantes do movimento que começou com o canal do YouTube “O que rola na geronto”, do qual ela participa. Yeda é coordenadora do Estudo SABE (Saúde, Bem-estar e Envelhecimento) e professora associada da USP.  

(Imagem principal: Business photo created by rawpixel.com – www.freepik.com)

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