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Dia Mundial do Rock: diversidade da velhice e música

Dia 13 de julho é o Dia Mundial do Rock, data marcada pelo show beneficente Live Aid, com nomes que são eternos ídolos

Dia Mundial do Rock

Lá se vão dez anos do dia em que a atriz Christiane Torloni disse a uma repórter no Rock in Rio: “Hoje é dia de rock, bebê!”. E dia 13 de julho é o Dia Mundial do Rock. Data marcada pelo show beneficente Live Aid, em 1985, relembrado no filme Bohemian Rhapsody (2018). Realizado simultaneamente em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos, o show de apoio a crise humanitária da Somália e da Etiópia, contou com Queen, Black Sabbath, The Who, Led Zeppelin, Paul McCartney, U2, David Bowie, entre outros grandes nomes do rock mundial.

Alguns desses roqueiros que fizeram história há mais de 30 anos morreram jovens, como Fred Mercury, do Queen, aos 45 anos, mas muitos deles são os ídolos de hoje para pessoas das mais diferentes faixas etárias, como Paul McCartney, que completou 79 anos em junho; Jimmy Page, que fez parte do Led Zeppelin, 77, e Bono Vox, do U2, 61 anos. Em plena atividade, McCartney lançou um novo álbum no final de 2020, o McCartney III, e recentemente um clipe do single Slidin´ em homenagem ao Dia Internacional do Surfe, comemorado em 19 de junho.

Habituado a apoiar causas humanitárias, como outros integrantes do U2, Bono também é empreendedor no mercado de venture capital, e vai participar da animação “Sing 2”, que deve ser lançada em dezembro de 2021. O final do trailer tem um trecho de I Still Haven’t Found What I’m Looking For. Já Page, no ano passado, anunciou o lançamento da edição especial do livro Jimmy Page: The Anthology.

No Brasil, destaque para a Rita Lee, 73 anos, afastada dos palcos há algum tempo, mas sempre parte da história do rock nacional, assim como Erasmo Carlos, que recentemente completou 80 anos com direito a documentário no GloboPlay.  

Pensar na história do rock e em tantos ídolos que continuam produzindo, se unindo a artistas mais novos, se reiventando, é também refletir sobre as muitas velhices, a diversidade do envelhecer com dignidade e saúde, desejado por todos. Comprovando como esta fase da vida, mesmo com desafios, pode e deve ser vivida plenamente. O que faz lembrar a infeliz decisão de incluir velhice na Classificação Internacional de Doenças, a partir de janeiro de 2022. Velhice não é doença, que possamos ir além ao som do rock de todos os tempos!

(Fontes: Assist Card, Nação da Música, Terra, Pequenas Empresas & Grandes Negócios e RockBizz / Imagem de michaelmep por Pixabay)

1 Comentário

1 Comentário

  1. Simone

    14 de julho de 2021 às 10:00

    Saudades de ir aos shows e deparar com pessoas muito mais velhas que eu, e também apreciadores do bom e “velho” Rock & Roll. Realmente mais uma prova que envelhecer não pode ser classificado como doença, e sim uma etapa de muita vida!!!😎🤟🤘🎼

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