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Consumidores pretendem gastar até R$ 3 mil na Black Friday

Black Friday dia 29 de novembro

Considerada uma das datas mais esperadas do calendário varejista, a tradicional sexta-feira de descontos e ofertas, que começou nos Estados Unidos, faz a cabeça dos brasileiros desde 2010. Ainda tímida, o faturamento da Black Friday registrado naquele ano foi de R$ 3 milhões nas lojas online. De lá pra cá, muita coisa mudou e, em 2018, o comércio eletrônico registrou faturamento de R$ 2,6 bilhões – um crescimento de 30% em relação a 2017, segundo dados da Ebit | Nielsen.

A grande liquidação neste ano será nesta sexta-feira, dia 29 de novembro, e deve aquecer a economia e movimentar o comércio eletrônico e físico de forma positiva. A maioria dos consumidores pretendem gastar entre R$ 1 mil e R$ 3 mil em compras online na Black Friday 2019, segundo a pesquisa da Méliuz, empresa brasileira de cashback (programa de recompensas por reembolso). Foram ouvidas em 30 dias cerca de 16 mil pessoas de todo o país e 79% dos consumidores garantem que vão aproveitar as liquidações, sendo que apenas 18,2% não tem intenção de compra e 2,6% está em dúvida.

E ao que tudo indica a tendência não é diferente entre o público acima de 60 anos. Um levantamento realizado pela Rakuten Digital Commerce, ecossistema de soluções para o comércio eletrônico, divulgado no fim do ano passado (veja mais no link), apontava um aumento de 23% no volume de pedidos em 2018 feitos pelos 60+, no comparativo com o ano anterior. Outro dado importante é que pessoas com 50 anos ou mais são mais cuidadosos ao fazer cadastros em sites e compras online. A constatação é da pesquisa da Serasa Experian sobre a Lei de Proteção de Dados, realizada em março (saiba mais no blog). Confira também as dicas do Procon para evitar prejuízos e armadilhas no link.

E-commerce ou varejo?

A maioria dos consumidores deve dar preferência ao comércio online na hora de fazer as compras da Black Friday, mas ainda há quem prefira o tradicional varejo físico. Os números são: 65,5% (lojas online), 31,4% (lojas online e físicas) e 3,1% (apenas em lojas físicas).

Dos quase 16 mil entrevistados, 25,4% pretende gastar entre R$ 1 mil e R$ 2.999 nas lojas online; 22% deve desembolsar de R$ 500 a R$ 999; 21,5% deve comprar em torno de R$ 100 e R$ 299; de R$ 300 a R$ 499 é a média escolhida por 17.5%, enquanto 8,9% reservou mais de R$ 3 mil para a data.

Já no mundo físico, o cenário é um pouco diferente: 25,5% dos consumidores devem gastar de R$ 501 a R$ 1 mil; 22%, de R$ 1.001 a R$ 3 mil; 20,5%, de R$ 101 a R$ 300; 17,9%, de R$ 301 a R$ 500; 7,4% até R$ 100 e 6.7% mais de R$ 3 mil.

Lista de desejos

O estudo revela também quais são os produtos estão na lista de compra dos brasileiros. Os campões em indicações são eletrônicos como notebooks, tablets e videogames (33,8%), livros digitais e físicos (25,8%), calçados (25,3%), eletrodomésticos como geladeira, fogão, micro-ondas e lavadora (24,1%), viagens (22,5%), e eletroportáteis como batedeira, liquidificador, ferro de passar e secador (21,7%).

Como fazer a melhor escolha?

Diante de tantas ofertas, é preciso atenção para escolher as melhores opções e condições de pagamento. E a boa e velha pesquisa é a melhor aliada para garantir uma compra sem arrependimentos. A pesquisa mostra que a internet é a primeira fonte de buscas dos consumidores. Dentro do mundo online, 26,8% vão direto aos sites das lojas para acompanhar as ofertas, 22,8% fazem buscas em sites diversos e 21,1% usam comparadores de preço.

Apesar dos computadores ainda serem a plataforma preferida para quem vai  fazer às compras online, este cenário vem mudando desde o ano passado, onde 23% das vendas foram realizadas via mobile. Neste ano, 43,2% das pessoas pretende buscar e comprar usando notebook/desktop, enquanto 27,2% devem fazer o processo pelo smartphone. Há quem vá pesquisar usando o smartphone e finalizar a compra no notebook (21,4%) e 8,2% pretende fazer o inverso: buscar pelo computador e comprar pelo celular. 

Vantagens  

Quando o assunto é a melhor condição, o menor preço, oferta de cashback (programa de recompensas por reembolso) e frete grátis são fatores decisivos dos consumidores do e-commerce. O cashback oferece o benefício de receber de volta uma parte do valor da compra e ainda aproveitar ofertas personalizadas. Saiba mais no site da Méliuz.

Atenção aos horários de pico

Na madrugada de quinta para sexta os consumidores estarão a postos para aproveitar as ofertas. Os números revelam que 34,3% deve bater ponto logo cedo na Black Friday na madrugada. Na manhã da própria sexta (29), 31,7% estarão ligados, 15,6% vai ficar atenta às ofertas durante a tarde e 18,4% vai finalizar as compras na noite da sexta. Engana-se quem acha que os consumidores comprarão somente no grande dia. Muita gente começa a ficar de olho nas ofertas durante todo o mês de novembro (45,2%).

Indecisos

Apesar da popularização da data e alta adesão dos consumidores, ainda existem algumas barreiras quando o assunto é e-commerce. Fatores como valor do frete, insegurança e atendimento impedem alguns de aproveitar as ofertas no mundo online. A maioria dos indecisos aponta a falta de dinheiro e desconfiança sobre as ofertas como principais culpados. (Fontes: Fala Criativa / Méliuz / Procon-SP / E-commerce Brasil / Imagem principall de Gerd Altmann por Pixabay

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